Nem toda experiência vale a pena. Mas algumas mudam tudo.

Vivemos em um tempo em que tudo se vende como “experiência”. Mas será que toda experiência realmente vale o tempo, o dinheiro e a atenção que exige?

Na comunicação, aprendemos cedo que gostar é fácil. Difícil é justificar o gosto. Talvez esse seja o papel real de uma experiência bem construída: justificar a escolha de estar ali. Entregar valor. Gerar presença. Fazer sentido.

Um cenário instagramável, um café servido em copo conceitual, uma ação bonita. Nada disso, por si só, garante que haverá conexão.

Criar experiências vai além da estética. É sobre construir encontros com intenção, onde marcas, ideias e pessoas se conectam de forma autêntica, gerando significado e deixando marcas que permanecem.

A experiência começa muito antes do que se vê. Nasce no planejamento estratégico, na escuta cuidadosa, no entendimento de quem queremos impactar e por quê. Em um mercado saturado de promessas vazias, a experiência com propósito ganha valor.

É aí que o PR faz a diferença.

Somos nós que estruturamos a narrativa, alinhamos valores da marca em cada ponto de contato e traduzimos isso para os diferentes públicos. Para o jornalista, a experiência é receber uma pauta relevante, com clareza e respeito ao seu tempo. Para o cliente, é ter um posicionamento coerente com o que a marca é e quer ser. Para o público, é encontrar marcas que oferecem mais que produtos: entregam ideias, soluções e compromissos genuínos.

Uma boa experiência não se encerra no evento, no kit ou no post. Ela faz parte de um todo: fortalece reputação, gera confiança e constrói relevância. Isso exige consistência, estratégia e uma escuta ativa. Algo que não se improvisa.

Na era da pressa e do visual bonito, o PR é o lembrete de que profundidade importa. Não basta encantar: é preciso fazer sentido.

E quando isso acontece, surgem experiências que ultrapassam o marketing e se tornam parte da cultura. Como o palito premiado da Kibon, o McLanche Feliz com seus rituais afetivos, ou a ação da Heineken que iluminou o Rio Pinheiros, são exemplos de marcas que entregaram presença e propósito.

Nem toda ação precisa virar uma experiência. Mas toda experiência que se propõe a ser, precisa entregar algo que fique.

Porque no fim, o que permanece não é a foto no feed, mas o que as pessoas sentem quando lembram da marca. E essa lembrança é o que, de fato, constrói reputação.

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